Projeto de extensão em Fisioterapia Dermatofuncional auxilia pacientes do Hospital São Vicente de Paulo
O curso de Fisioterapia do UNIESP Centro Universitário está desenvolvendo, em parceria com o Hospital São Vicente de Paulo, um projeto voltado à atenção fisioterapêutica de pacientes com úlceras vasculares.
O projeto de extensão em Fisioterapia Dermatofuncional tem o objetivo de oferecer um cuidado especializado a uma condição que impacta profundamente a qualidade de vida desses pacientes, causando dor, limitações funcionais e recorrência frequente das lesões.
A iniciativa utiliza técnicas da Fisioterapia Dermatofuncional, responsável pela recuperação funcional da pele, no tratamento de de feridas crônicas e agudas, queimaduras e outras condições que exigem intervenção clínica, com recursos que aceleram a cicatrização, reduzem a dor e devolvem funcionalidade ao paciente.
Como o projeto funciona? - Realizado duas vezes por semana, o projeto de extensão envolve duas frentes principais. A primeira é o atendimento aos pacientes, através de uma avaliação fisioterapêutica prévia e aplicação de recursos próprios da fisioterapia, como microcorrentes, laser de baixa potência e alta frequência. Após o atendimento, o paciente é encaminhado para o setor de Curativos do hospital, coordenado pela Enfermeira Janaína Alves.
A segunda frente é a ação social, que vai além do atendimento clínico. Ela é desenvolvida por meio da explicação do Guia Prático de Orientação Domiciliar para Pacientes com Úlceras Vasculares, elaborado pelos próprios alunos, e também por campanhas de arrecadação de materiais para curativos.
“Essa iniciativa é fundamental, pois muitos pacientes não possuem condições financeiras para adquirir os insumos necessários para o cuidado contínuo da ferida em casa. Dessa forma, conseguimos não apenas orientar, mas também viabilizar o tratamento, promovendo mais equidade no cuidado. O projeto acontece no Hospital São Vicente de Paulo, uma instituição filantrópica que atende tanto pelo Sistema Único de Saúde (SUS) quanto de forma particular, o que amplia ainda mais o alcance social da ação e reforça o compromisso com a assistência à população”, explica a coordenadora do projeto, professora Jimena Gonçalves.
Aprendizado na prática - Segundo a coordenadora, o projeto tem um impacto significativo na formação dos alunos participantes, do 7º período do curso. Ao vivenciar o raciocínio clínico na prática e desenvolver habilidades técnicas e éticas, eles deixam de ser apenas observadores e assumem um papel ativo no cuidado, o que transforma a forma como enxergam a profissão.
“Para mim, esse projeto representa a essência da extensão universitária: levar conhecimento, cuidado e ciência para além da sala de aula. É a universidade cumprindo seu papel social, ao mesmo tempo em que forma profissionais mais humanizados, conscientes e preparados para a realidade da saúde”, destaca a professora.
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